Rejuvenescimento da Face com tratamentos cirúrgicos e não cirúrgicos

Envelhecimento e Beleza

A evolução na análise do processo de envelhecimento facial por parte do médico é um passo fundamental para identificar as mudanças que o paciente apresenta durante as diferentes etapas de sua vida. Um diagnóstico mais integral, permite ampliar a análise e obter uma visão tridimensional da face, baseada em três pilares: controle do movimento, melhoria do contorno facial e restituição volumétrica.

Quando falamos de envelhecimento facial, existem fatores intrínsecos e extrínsecos que contribuem neste processo. Dentre os extrínsecos, dois são os que mais contribuem: o tabagismo e o dano solar, ocasionando mudanças na textura da pele e na pigmentação. Os intrínsecos são a perda de gordura subcutânea, mudanças gravitacionais devido à perda de elasticidade da pele, reabsorção óssea e de cartilagem.

Os padrões de beleza, baseados principalmente na população caucasiana, devem ser ajustados ao tipo de população de cada país. Neste sentido, o médico deve ter a capacidade de realizar uma análise cuidadosa de seu paciente, levando em conta diferentes elementos, comuns a todos os seres humanos, independente do grupo étnico ao que pertença, porém ajustando-o a sua população e a cada paciente em particular.

Cada médico tem uma forma de trabalhar esses conceitos para melhor planejar o tratamento de seus pacientes e esta etapa é muito importante para o sucesso do tratamento.

 

Envelhecimento Facial

Famoso retrato e mundialmente conhecido da menina afegã fotografada por Steve McCurry, em 1984 em um campo de refugiado. Dezessete anos depois, uma equipe da National Geographic Television & Film, acompanhada do fotógrafo, realizou uma expedição pelo Paquistão para tentar localizar a menina. E eles a encontraram. Ao recriarem a imagem usando o mesmo enquadramento e ângulo desvelaram as marcas de um envelhecimento precoce devida as circunstâncias desoladoras de sua vida.

 

Harmonia Facial

Em 1205, os estudos de Leonardo de Pisa, mais conhecido como Fibonacci, foram publicados em um livro chamado “Liber abaci”. Um livro de cálculo onde apresentou sua sequência de números: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55... Uma sequência que sempre apresenta um número que é a soma de seus precedentes. O quociente entre dois números contíguos, o número maior pelo menor da série se aproxima cada vez mais à média áurea.

A partir daí, o termo Proporção áurea ou dourada é atribuído à relação numérica 1:1.618, também chamado “Phi”, em honra ao escultor grego Fidias, como uma proporção incomensurável, tanto na arquitetura como na arte e no corpo humano.

Esta relação numérica, segundo os que apoiam esta proporção como um padrão universal de harmonia e beleza, se repete em um grande número de formas e elementos da natureza, sendo adequada para ter uma percepção visual da beleza de objetos e coisas.

Se aplicarmos esta relação de 1 a 1.618 ao corpo humano, encontramos que é constante em medições tão variadas como:

  • A altura de uma pessoa e a altura de seu umbigo;
  • A distância do ombro aos dedos e a distância do cotovelo aos dedos;
  • A altura do quadril e a altura do joelho;
  • Os metacarpianos e a primeira falange, e entre cada uma das falanges.

No rosto, esta relação especificamente se mantém constante em:

  • A distância intercantal e o ponto de maior projeção do pômulo;
  • O comprimento da sobrancelha com o ponto mais elevado da mesma;
  • A extensão total dos lábios com o filtro;
  • A espessura do lábio superior e do lábio inferior;
  • A extensão vertical da face com a extensão da testa.

Portanto, a melhor forma de avaliar a beleza facial é em sua forma integral, considerando equilíbrio, proporção e harmonia, o que está em sintonia com a relação 1:1.618 (PHI).

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