Graus de celulite: qual é o seu?

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Você sabia que as celulites não são todas iguais, e por isso mesmo seu tratamento também deve ser diferenciado e baseado nas características de cada tipo físico e causas do problema?

Conhecer quais são os graus de celulite e saber qual é o seu tipo é essencial para definir um método de tratamento realmente eficaz.

Quer saber tudo sobre esse assunto e começar a dar adeus a esse problema? Confira as informações que trouxemos!

Graus de celulite: quais são?

Os médicos, ao estudarem a celulite, começaram a notar que elas não são todas iguais e por isso criaram uma escala que ajuda a identificar o grau do seu problema e também orientar o melhor tratamento para o seu caso. Veja quais são os graus de celulite:

Grau 1

Nesse caso, a celulite ainda é praticamente imperceptível a olho nu. São aqueles furinhos que só aparecem quando você pressiona a pele – o que os médicos chamam de manobra de pinçamento.

O que acontece, nessa situação, é que as células gordurosas que estão abaixo da epiderme já se encontram inchadas e volumosas, provocando também um aumento das veias. Mas, ainda não há um comprometimento da circulação local. As toxinas estão começando a se instalarem, porém com os tratamentos certos é possível se livrar quase totalmente desse tipo de celulite.

Se você tem esse tipo de celulite, fique esperta, porque, se não tiver os cuidados certos, rapidamente ela pode evoluir para o grau 2.

Grau 2

Nesse grau, as celulites já começam a se tornarem visíveis sem ter de se pressionar a pele. São as pequenas ondulações que já começam a serem vistas, com maior acúmulo de líquidos.

O grau 2 é considerado um estágio intermediário, por isso não é preciso desespero – apenas tomar as medidas corretas. Nesse estágio, a quantidade de gordura dentro das células é bem maior e também existe fibrose (uma produção excessiva de tecido conjuntivo, capas de ‘endurecer’ a pele).

Os problemas circulatórios também começam a surgir e você poderá notar os furinhos de acordo com os movimentos que realiza ou também com a luz.

Existem muitos tratamentos para esse estágio, podendo combinar os tratamentos caseiros com alguns estéticos mais focados, como a radiofrequência ou a drenagem linfática, que ajudam a diminuir o inchaço mais proeminente.

Grau 3

Essa já é uma situação um pouco mais grave, sendo que muitas mulheres podem relatar dor no local da celulite. O aspecto “casca de laranja” é bem mais acentuado e pode-se notar a formação de nódulos de fibrose que contribui para um visual estético pouco atrativo.

Além disso, é possível que nesse estágio a mulher relate sensações como cansaço nos membros inferiores, aumento da sensibilidade ao toque e aumento da flacidez, que já indicam um comprometimento maior do sistema circulatório.

Os tratamentos, nesse caso, podem ser mais intensos (com mais sessões) e também específicos para diminuir a gordura e melhorar a circulação como o Heccus Turbo e a Endermologia.

Grau 4

É o último estágio e, portanto, o mais grave de todos. Aqui, temos a formação de fibroses mais destacadas que tornam as áreas bem mais doloridas e deixando alguns pontos da pele enrijecidos.

As pernas, principalmente, estão bem marcadas pelo inchaço com edemas visíveis, além de cansaço, dificuldades de locomoção e dores, já que a circulação está bastante comprometida, com formação de nódulos que podem ser visíveis até por cima das roupas.

Nessas situações, o tratamento deve ser acompanhado por especialistas e pode ser indicada uma cirurgia para o tratamento da celulite, chamada de subcisão (que pode ser feita por um cirurgião plástico), além de mudanças urgentes nos hábitos da paciente.

Gostou de saber sobre os graus de celulite? Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário pra gente!

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